ENTRE O PRAZER E O SIGNIFICADO

terça-feira, dezembro 12

Paralelo 41: lugares de que somos feitos



oPorto. 02. Palhaço Voador. Dezembro.2006

segunda-feira, dezembro 11

Homo Faber 1

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'Capitalismo Karaoke - Gestão para a Humanidade', um livro fundamental para quem quer perceber o que a arte, a criatividade e a originalidade podem ( e devem) fazer pela gestão e pela gestão das pessoas:
'No mundo do capitalismo Karaoke, o sucesso não consiste em conseguir um livre trânsito para os bastidores. Seguir as regras é tão-somente imitar a vida. Apenas a imaginação e a autenticidade nos colocam à boca de cena. E o futuro pertence, como sempre, aos que estão na fronteira. Chegou a altura de cada um se apaixonar por si próprio e pelos seus direitos. Quem sabe, o mundo pode amar cada qual exactamente por isso.
A falta de educação pode ser uma sentença de morte económica, ao passo que um talento exclusivo é garantia de um passaporte global. Os nómadas do conhecimento são definitivamente livres de saberem, irem, fazerem e serem exactamente quem quiserem ser.
"A minha vida é a minha obra de arte" - disse Oscar Wilde.'
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sábado, dezembro 9

Paralelo 41: lugares de que somos feitos


oPorto. 01. Palhaço Voador. Dezembro.2006

sexta-feira, dezembro 8

O Grande Teatro do Mundo 7

'Cabaret Molotov'. Encenação João paulo Seara Cardoso. Convento de São Bento da Vitória

'O Circo e as marionetas aproximam-se na poética do voo, as marionetas sem se sujeitarem às leis da gravidade, os artistas de circo desafiando-a. Uma vida aérea intermitente une a marioneta e o trapezista'.
Para todos os palhaços que queiram voar numa noite de chuva.

Brinquedos Ópticos 20

Indicação de uso na embalagem dos fósforos de cozinha 'Quinas':
"Acender suavemente no sentido oposto ao corpo"
Será que é assim que se acende o amor?

quinta-feira, dezembro 7

Clown sem dono 2




Gilbert Garcin

‘(…) A coisa é muito diferente com a psicologia de um bom clown. As suas reacções a uma circunstância no seu meio circundante são completamente injustificadas, “absurdas” e inesperadas: ele poderá mostrar-se apavorado com coisas que não dão a mínima causa para medo; poderá chorar quando esperávamos que risse ou ignorar profundamente um perigo que o põe em sério risco. As suas transições de uma emoção para a outra não requerem qualquer justificação psicológica. Tristeza e felicidade, extrema agitação e completa compostura, riso e lágrimas – tudo isso poderá desfilar em sucessão espontânea e mudar como um relâmpago sem quaisquer razões visíveis.

De maneira nenhuma, porém, se deve inferir que ao clown seja permitido ser intimamente falso e insincero! Muito pelo contrário. Ele tem de acreditar no que sente e faz. Tem de confiar na sinceridade de toda a “gente boa” que trabalha dentro dele e através dele e tem de amar de todo o coração os jogos e extravagâncias dessa “gente boa”.’
Michael Chekhov

quarta-feira, dezembro 6

O Viajante Imóvel 25

Deus está na chuva.

‘Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.’

‘Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.’