ENTRE O PRAZER E O SIGNIFICADO

sexta-feira, janeiro 26

A Poética de um Clown 2

Gilbert Garcin

A sua Relação com o Exterior:

:: O clown é muito curioso face ao mundo que o rodeia.
:: O clown não procura problemas. Encontra-os...constantemente.
:: O clown não procura provocar o riso. Este acontece como consequência do choque entre o seu espírito e a sua lógica e o espírito e a lógica da sociedade e dos outros.

As suas Dualidades:

:: O clown condensa em si mesmo o Don Quixote e o Sancho Pança. É idealista e pragmático, sonhador e realista.
:: O clown é uma pessoa de grandes projectos e objectivos, mas pelo caminho costuma encontrar pequenas coisas que atraem a sua atenção e se convertem em prioritárias.
:: O clown pode ser frágil ou duro, forte ou débil. Tudo depende do seu estado de espírito, das suas motivações, da sua solidão ou da sua companhia.

A sua Linguagem:

:: Na forma de expressar do clown, uma imagem vale mais que mil palavras.
:: No clown, a compreensão e utilização da linguagem é primária, sem sentidos intelectuais escondidos. As palavras só têm um sentido, o imediato.

adaptado de El Clown, un navegante de las emociones, Jesús Jara

1 comentário:

artur disse...

Clown aquele palhaço que te está nas veias - esse fluxo bonito.

‘Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.’

‘Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.’